O que seria desse mundo sem os boêmios?
Esses poetas de alma limpa, de coração romântico e sem vergonha nem juízo?
Aqueles que não tem vergonha de mostrar que estão perdidamente apaixonados, loucamente abandonados, completamente desnorteados.
Os que mergulham suas mágoas num copo de bebida ou numas palavras sem nexo.
Parecem irresponsáveis, mas é que são viscerais.
Pensam mais com o coração. Nada os censura. A tristeza os abate sim. O amor não correspondido é a pior das desgraças.
A bebida não resolve? Que se dane ... É o que quero pra hoje.
Pecam pelo romantismo, mas são de verdade.
Sem eles o mundo teria menos poesia.



Porque esses dias ando meio Maysa, meio Vinícius de Moraes.

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Quem sou eu

"Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo." (Mário Quintana)

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